Código: 1725

Decifrando o Fascismo - Módulo 2


Por:
R$ 290,00

ou 3x de R$ 100,54 com juros
 

Quer entender o que é fascismo? E como é possível enfrentá-lo na prática, nas ruas, no parlamento e no dia a dia da sua profissão?

Inscreva-se neste curso do doutor em história e mestre em relações internacionais pela UnB  e militante político Fernando Horta.

 

Módulo 2

Terças e quintas, de 25/08 a 29/09 - 19:30h às 20:30h

  1. Fascismo e capitalismo, o “pêndulo” liberal e as contradições sistêmicas.
  2. Fascismo, machismo, racismo, antisemitismo e outras formas de associações simbólicas excludentes
  3. Fascismo religiosidade e misticismo, o papel das crenças (cultural) e das instituições religiosas (política) na consolidação e manutenção do poder
  4. Fascismo e as artes – estética da submissão da resistência
  5. Fascismo, pré-fascismo, proto-fascismo e nazismo – diferenças de sentido ou estruturais?
  6. Fascismo na Europa – estudo comparativo dos modelos europeus
  7. Fascismo nas Américas – os casos brasileiro e norte-americano
  8. Fascismo na Ásia – O modelo chinês e japonês
  9. Neo-fascismo e neonazismo, um problema do século XXI?
  10. Neofascismo e redes sociais – novos modelos ou antigos padrões?
  11. O fascismo de Bolsonaro – Mecânicas políticas e estratégias retóricas no Brasil desde 2018.

Resumo 

Muito se discute se podemos usar ou não a palavra fascismo para a atualidade brasileira e mundial. O objetivo do curso é entrar de maneira radical e aprofundada nessa discussão para dirimir dúvidas, apresentar o debate histórico sobre o tema e preparar os participantes para lidar com o conceito e as práticas fascistas no dia a dia. 

 

Ementa: 

Uma peculiaridade pouco conhecida da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) é que ela não tem um grande tratado de finalização. O tratado de Frankfurt (1871) encerra a guerra franco-prussiana, o tratado de Portsmouth (1905) encerra a guerra russo-japonesa (1904-1905) e Versalhes (1919) (entre outros) fechou a primeira guerra (1914-1918). Havia uma longa tradição diplomática dos tratados, inspirada na ideia de que a guerra não sobrepujava a “civilização” e que sempre havia espaço para a mesa de negociações salvar vidas. A segunda guerra mundial viu ruir esta percepção. O conflito, contudo, não foi deixado “em aberto”. O grande fecho da segunda guerra é a Carta da ONU. Nela recuperava-se simbolicamente o espaço civilizatório criando um esboço de sistema internacional participativo, resguardados os poderes gestados pelos vencedores da guerra e estabelecendo um controle positivo e civilizacional para o que Hannah Arendt, um pouco mais tarde, chamaria de a “banalização do mal”. Quando menos de vinte por cento dos países do mundo eram uma democracia a Carta da ONU exigia democracia para que países fossem aceitos no pacto. Quando os horrores dos campos de concentração nazistas e as explosões nucleares de Hiroshima e Nagasaki ainda eram vivos na memória dos homens que a Carta exigia o respeito aos direitos humanos.  

 

O curso Decifrando o Fascismo é uma produção HCSME, Alameda e Fernando Horta 

Deixe seu comentário e sua avaliação







- Máximo de 512 caracteres.

Clique para Avaliar


  • Avaliação:
Enviar
Faça seu login e comente.

Características