Código: 418

DE HITCHCOCK A GREENAWAY PELA HISTÓRIA DA FILOSOFIA

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Referência: 978-85-7751-00


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Sem dúvida alguma, o cinema é arte, sim, e das boas. E, sendo arte, será também Filosofia, já que é isso o que a boa arte, em quaisquer das formas que assuma, faz: pensar. Não somente os Bergmans, os Tarkovskis, os Kurosawas, os Woody Allens, os Greenaways, enfim, não somente diretores dos chamados filmes de arte fazem pensar. Filmes singelos e (aparentemente) despretensiosos também são capazes de cumprir essa função. Uma cena belíssima, um diálogo inteligente, uma música colocada na hora certa, qualquer filme ou pedaço de filme pode ter sobre nós o mesmo efeito da leitura de um tratado filosófico.
Os ângulos do cinema a serem explorados pela Filosofia são inúmeros.
O autor deste De Hitchcock a Greenaway, pela história da Filosofia é Julio Cabrera, professor da UnB, com grande experiência no assunto.
A primeira parte do livro é teórica e retoma os conceitos fundamentais, tais como ´logopatia´ e ´conceito-imagem´. É o resultado de reflexões do autor em debates, cursos e conferências sobre cinema e filosofia no Brasil e no México. A segunda parte contém novos comentários de filmes ao longo da história oficial da Filosofia.
Partindo do impacto do filme O sexto sentido, o autor declarou: ´Nenhum outro filme recente me fez sentir tão fortemente como o cinema pode pensar´. E não só pensar, como confundir, emocionar, interpretar e esclarecer. Este livro abre as discussões sobre cinema e Filosofia no Brasil, e indicam a necessidade de se abordar as reflexões cine-filosóficas. É uma lacuna que começa a ser preenchida.
Filmes de Alfred Hitchcock, Mel Brooks, Woody Allen, Speilberg, Roberto Benigni, Neil Jordan, Fellini, Antonioni, Peter Greenaway, Tim Burton, Milos Forman, entre muitos outros, são analisados e confrontados com conceitos de Aristóteles, Schopenhauer, Heidegger, Nietzsche , Deleuze, Kant, Sartre, John Stuart Mill, Hegel, só para citar alguns, numa abordagem que coloca o cinema - dos filmes mais simples aos mais elaborados - num novo patamar de entendimento. Julio Cabrera analisa o argumento, o enredo, a montagem dos filmes e tira deles os conceitos filosóficos que os diretores sequer imaginaram, num verdadeiro ´o que está por trás dos filmes´. Não só o trabalho dos diretores são analisados e comentados, mas também o trabalho dos atores.
O último capítulo ´Os brutos também traduzem´ traz uma bem-humorada lista de títulos de filmes traduzidos para o português em confronto com o nome original, mostrando o quanto os nossos ´tradutores´ acertam ou deturpam o entendimento de uma obra cinematográfica e trata especificamente da renomeação, não da tradução. O que se pretende mostrar é que os brutos também renomeiam e criam títulos absurdos e desvinculados do original.
O segundo volume será inteiramente dedicado à filosofia de Woody Allen.

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