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	<title>Alameda Editorial</title>
	<link>http://www.alamedaeditorial.com.br</link>
	<description>Alameda Casa Editorial © 2006</description>
	<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 19:33:29 +0000</pubDate>
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		<title>O brilho autoral de Charlie Kaufman</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:53:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O GLOBO _ PROSA &#038; VERSO _ 
PÁGINA 6 - Edição: 18/10/2008 – 
Impresso: 16/10/2008 — 23: 46 h
[CINEMA]
O brilho autoral de Charlie Kaufman
A obra do roteirista de ‘Adaptação’ inspira reflexão sobre autoralidade
O jogo da reinvenção — Charlie Kaufman e o lugar do autor no cinema, de Cecilia Sayad. Alameda Editorial, 64 páginas. R$ 22
Rodrigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O GLOBO _ PROSA &#038; VERSO _ </strong></p>
<p><strong>PÁGINA 6 - Edição: 18/10/2008 – </strong></p>
<p>Impresso: 16/10/2008 — 23: 46 h</p>
<p><strong>[CINEMA]</strong></p>
<p><strong>O brilho autoral de Charlie Kaufman</strong></p>
<p><em>A obra do roteirista de ‘Adaptação’ inspira reflexão sobre autoralidade</em></p>
<p>O jogo da reinvenção — Charlie Kaufman e o lugar do autor no cinema, de Cecilia Sayad. Alameda Editorial, 64 páginas. R$ 22</p>
<p><em>Rodrigo Fonseca</em></p>
<p>Neste momento em que Charlie Kaufman tenta se firmar como cineasta ao apresentar internacionalmente “Sinédoque, Nova York” (“Synecdoche, New York”), seu primeiro filme como diretor, um livro brasileiro toma a dianteira nas discussões sobre sua carreira como roteirista e faz uma rica reflexão sobre a autoralidade nas telas. Doutora em cinema pela Universidade de Nova York, Cecilia Sayad analisa os traços particulares que caracterizam os filmes escritos por Kaufman, vencedor do Oscar de melhor roteiro original por “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (2004), dirigido por Michel Gondry.</p>
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		<title>O sentimento de culpa mora na alma brasileira</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/27/o-sentimento-de-culpa-mora-na-alma-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:45:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[QUINTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 2008 
O ESTADO DE S. PAULO
CADERNO 2 D5
História Debate
O sentimento de culpa mora na alma brasileira
Publicado em1953,O Patriarca e o Bacharel, de LuísMartins, que propõe uma interpretação provocativa sobre a proclamação da República, chega à 2.ª edição
E A LIBERDADE?–Maria Rita Kehl e Antonio Candido questionaram o paternalismo próprio deste país

Francisco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>QUINTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 2008 </strong></p>
<p><strong>O ESTADO DE S. PAULO</strong></p>
<p><strong>CADERNO 2 D5</strong></p>
<p>História Debate</p>
<p><strong>O sentimento de culpa mora na alma brasileira</strong></p>
<p><em>Publicado em1953,O Patriarca e o Bacharel, de LuísMartins, que propõe uma interpretação provocativa sobre a proclamação da República, chega à 2.ª edição</em></p>
<p><strong>E A LIBERDADE?</strong>–<em>Maria Rita Kehl e Antonio Candido questionaram o paternalismo próprio deste país<br />
</em></p>
<p><em>Francisco Quinteiro Pires</em></p>
<p>Se a proclamação da República fosse colocada dentro de um ringue, de um lado estariam os patriarcas, defendendo o Império, de outro os bacharéis, lutando pela nova ordem, a República.O fim do combate,em 15 de novembro de 1889, é conhecido.Os monarquistas<br />
beijaram a lona. O que ninguém desconfiava é que, em seguida,os vencedores sentiram remorso. Os bacharéis, filhos dos patriarcas, não sabiam o que fazercoma liberdade conquistada.<br />
Esse arrependimento exibe incrível atualidade:o brasileiro sempre precisou de uma liderança autoritária por perto.<br />
Em linhas gerais, esse é o enredo de OPatriarca e o Bacharel, do jornalista Luís Martins (1907-1981). A obra, que propõe uma interpretação provocativa e esquecida, chegou à segunda edição pela Alameda. Publicado em1953,OPatriarca e o Bacharel (205 págs., R$ 34) foi debatido por Antonio Candido, Maria Rita Kehl e Reginaldo Mattar Nasser<br />
na PUC-SP, na última terça.</p>
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		<title>Uma sociedade cordial?</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/27/uma-sociedade-cordial/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Revista 18
Centro da Cultura Judaica
ANO VI- número 25- Setembro/ Outubro/ Novembro 2008
LETRAS E ARTES
Nas Malhas da Consciência
Bruno Feitler
Alameda, 292 p.
R$ 38
Uma sociedade cordial?
Alberto Dines analisa estudo de Bruno Feitler a respeito da Inquisição no Nordeste brasileiro, e destaca o papel do Santo Ofício na criação das perversidades que permeiam a vida brasileira até nossos dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista 18</strong></p>
<p><em>Centro da Cultura Judaica</em></p>
<p>ANO VI- número 25- Setembro/ Outubro/ Novembro 2008</p>
<p><strong>LETRAS E ARTES</strong></p>
<p><strong>Nas Malhas da Consciência</strong></p>
<p><em>Bruno Feitler</em><br />
Alameda, 292 p.<br />
R$ 38</p>
<p><strong>Uma sociedade cordial?</strong></p>
<p><strong>Alberto Dines analisa estudo de Bruno Feitler a respeito da Inquisição no Nordeste brasileiro, e destaca o papel do Santo Ofício na criação das perversidades que permeiam a vida brasileira até nossos dias </strong></p>
<p>Elias Lipiner, um dos precursores dos modernos estudos luso-hebraicos, costumava dizer quando retornava ao imponente edifício da Torre do Tombo em Lisboa: &#8220;Aqui está guardada uma importante porção da história judaica na Península Ibérica&#8230;&#8221; 1<br />
Com a mesma documentação inquisitorial, o mesmo empenho investigativo e, sobretudo, igual transcendência, Bruno Feitler recuperou uma parte importante da história judaica no Brasil e, junto, iluminou aspectos pouco conhecidos de nossa formação institucional.<br />
Ao longo dos 285 anos de seu funcionamento no Brasil (1536-1821), a Inquisição não operou apenas na esfera da repressão às heresias e na defesa dos &#8220;bons costumes&#8221;. Foi um dos instrumentos fundamentais para sujeitar a colônia aos interesses da Coroa.<br />
O caráter centralizador da colonização lusa encontrou nos rígidos procedimentos do seu aparelho inquisitorial o instrumento perfeito para o exercício de poder no além-mar. O autoritarismo político e o fanatismo religioso dos vizinhos ibéricos não se distinguem, são idênticos; o diferencial está na visão tacanha e nas medíocres opções administrativas da corte lisboeta. </p>
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		<title>Espelhos deformantes: fontes, problemas e pesquisas em história moderna</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/27/espelhos-deformantes-fontes-problemas-e-pesquisas-em-historia-moderna/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Livros 
Espelhos deformantes: fontes, problemas e pesquisas em história moderna
Rodrigo Bentes Monteiro (org.)
Alameda Casa Editorial 336 páginas R$ 42,00 
Pesquisa FAPESP - 
Edição Impressa 152 - Outrubro 2008
A fim de questionar o “quanto de nós é refletido nos processos históricos”, Rodrigo Monteiro lança hipóteses como a de Carlo Ginzburg, em que os espelhos deformariam seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livros </p>
<p><strong>Espelhos deformantes: fontes, problemas e pesquisas em história moderna</strong></p>
<p><em>Rodrigo Bentes Monteiro (org.)</em></p>
<p>Alameda Casa Editorial 336 páginas R$ 42,00 </p>
<p><strong>Pesquisa FAPESP - </strong></p>
<p>Edição Impressa 152 - Outrubro 2008</p>
<p>A fim de questionar o “quanto de nós é refletido nos processos históricos”, Rodrigo Monteiro lança hipóteses como a de Carlo Ginzburg, em que os espelhos deformariam seus objetos, ou a de Umberto Eco, segundo quem as diferenças dos reflexos seriam causadas pelas posições dos ângulos. O livro fala sobre a necessidade de interpretar as imagens distorcidas do passado que, se não trabalhadas, se perdem ao longo do tempo. </p>
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		<title>A corte e o mundo na Revista Espaço Aberto</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Revista Espaço Aberto
A corte e o mundo
Andréa Slemian e João Paulo G. Pimenta
Editora Alameda
180 páginas
R$ 26,00
Partindo da instalação da família real portuguesa no Brasil, Andréa Slemian e João Paulo G.  Pimenta, ambos da Universidade de São Paulo, narram outros acontecimentos a ela correlatos, com o objetivo de compreender a história do Brasil em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Espaço Aberto</strong></p>
<p><strong>A corte e o mundo</strong></p>
<p><em>Andréa Slemian e João Paulo G. Pimenta</em></p>
<p>Editora Alameda<br />
180 páginas<br />
R$ 26,00</p>
<p>Partindo da instalação da família real portuguesa no Brasil, Andréa Slemian e João Paulo G.  Pimenta, ambos da Universidade de São Paulo, narram outros acontecimentos a ela correlatos, com o objetivo de compreender a história do Brasil em um contexto mundial. De maneira clara e objetiva, mas sem perder o rigor acadêmico, os pesquisadores da Universidade de São Paulo conseguem mostrar ao leitor os grandes acontecimentos que culminariam em um Brasil politicamente soberano e independente. </p>
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		<title>O patriarca e o bacharel no PublishNews</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/22/compreendendo-a-proclamacao-da-republica-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 19:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Notícias
Lançamento 
Compreendendo a Proclamação da República 
Publishnews - 21/10/2008 - por Redação 
“Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República” é o tema do debate que o crítico literário Antonio Candido, a ensaísta Maria Rita Kehl, o professor de ciência política e relações internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser e o jornalista e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias</p>
<p><strong>Lançamento </strong></p>
<p><strong>Compreendendo a Proclamação da República </strong></p>
<p>Publishnews - <em>21/10/2008 - por Redação </em></p>
<p>“Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República” é o tema do debate que o crítico literário Antonio Candido, a ensaísta Maria Rita Kehl, o professor de ciência política e relações internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser e o jornalista e editor de Brasil do UOL, Haroldo Ceravolo Sereza, conduzem nesta terça-feira, dia 21, às 20h, no Anfiteatro do Tuca (Rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes. São Paulo/SP). No evento, será lançado o livro ensaio O patriarca e o bacharel (Alameda, 205 pp., R$ 34), de Luís Martins, publicado originalmente em 1953 e que ganha, agora, uma nova edição. O autor usa teorias de Freud e Gilberto Freyre para compreender a Proclamação da República. Os bacharéis que fizeram a República em 1889 viveram um sentimento bastante difundido de remorso em relação à própria atuação histórica, numa situação verdadeiramente edipiana, de revolta de filhos contra pais. Esta é a análise central do livro, que retrata como os homens que fizeram a República passaram a questioná-la ou, até, tornaram-se defensores da monarquia e de D. Pedro II. </p>
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		<title>Compreendendo a Proclamação da República</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 19:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Notícias
Lançamento
Compreendendo a Proclamação da República
Publishnews - 21/10/2008 - por Redação
“Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República” é o tema do debate que o crítico literário Antonio Candido, a ensaísta Maria Rita Kehl, o professor de ciência política e relações internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser e o jornalista e editor de Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias</p>
<p>Lançamento<br />
Compreendendo a Proclamação da República<br />
Publishnews - 21/10/2008 - por Redação<br />
“Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República” é o tema do debate que o crítico literário Antonio Candido, a ensaísta Maria Rita Kehl, o professor de ciência política e relações internacionais da PUC-SP, Reginaldo Mattar Nasser e o jornalista e editor de Brasil do UOL, Haroldo Ceravolo Sereza, conduzem nesta terça-feira, dia 21, às 20h, no Anfiteatro do Tuca (Rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes. São Paulo/SP). No evento, será lançado o livro ensaio O patriarca e o bacharel (Alameda, 205 pp., R$ 34), de Luís Martins, publicado originalmente em 1953 e que ganha, agora, uma nova edição. O autor usa teorias de Freud e Gilberto Freyre para compreender a Proclamação da República. Os bacharéis que fizeram a República em 1889 viveram um sentimento bastante difundido de remorso em relação à própria atuação histórica, numa situação verdadeiramente edipiana, de revolta de filhos contra pais. Esta é a análise central do livro, que retrata como os homens que fizeram a República passaram a questioná-la ou, até, tornaram-se defensores da monarquia e de D. Pedro II. </p>
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		<item>
		<title>Antonio Candido confirma presença no lançamento do livro O patriarca e o bacharel</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/22/antonio-candido-confirma-presenca-no-lancamento-do-livro-o-patriarca-e-o-bacharel/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 19:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Forum Comunitário de Uberlândia
Cultura- 21/10/2008
Antonio Candido confirma presença no lançamento do livro O patriarca e o bacharel
A Alameda Casa Editorial e os cursos de Ciências Sociais e de Relações Internacionais da PUC-SP convidam para o debate
Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República
dia 21/10, às 20h, no Anfiteatro do Tuca (r. Monte Alegre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Forum Comunitário de Uberlândia</p>
<p>Cultura- 21/10/2008</p>
<p>Antonio Candido confirma presença no lançamento do livro O patriarca e o bacharel<br />
A Alameda Casa Editorial e os cursos de Ciências Sociais e de Relações Internacionais da PUC-SP convidam para o debate<br />
Como Luís Martins e Freud explicam a Proclamação da República<br />
dia 21/10, às 20h, no Anfiteatro do Tuca (r. Monte Alegre, 1.024, Perdizes - SP)<br />
Com a participação do crítico literário Antonio Candido, da ensaísta Maria Rita Kehl, do professor de ciência política e relações internacionais da PUC-SP Reginaldo Mattar Nasser e do jornalista e editor de Brasil do UOL Haroldo Ceravolo Sereza.<br />
No evento, será lançado o livro ensaio O patriarca e o bacharel, de Luís Martins, publicado originalmente em 1953 e que ganha, agora, uma nova edição.<br />
Mais informações: www.alamedaeditorial.com.br ou no tel. 11 3862-0850</p>
<p>________________________________________</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Geração Parricida</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/14/geracao-parricida/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 19:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Carta Capital
08 de outubro de 2008
Por Rosane Pavam
Geração Parricida
História Livro usa Freud para explicar a submissão brasileira a dom Pedro II
Os republicanos chamavam de Pedro Banana e os monarquistas classificavam sua atuação como decepcionante. Dom Pedro II apanhou. Para os adeptos da Coroa e da República, a autoridade máxima do Segundo Reinado, entre 1840 até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Carta Capital</strong></p>
<p>08 de outubro de 2008</p>
<p>Por <em>Rosane Pavam</em></p>
<p><strong>Geração Parricida</strong></p>
<p><em>História Livro usa Freud para explicar a submissão brasileira a dom Pedro II</em></p>
<p>Os republicanos chamavam de Pedro Banana e os monarquistas classificavam sua atuação como decepcionante. Dom Pedro II apanhou. Para os adeptos da Coroa e da República, a autoridade máxima do Segundo Reinado, entre 1840 até a Proclamação da República, em 1889, agira mal como liderança política e administrara a vida cotidiana dos brasileiros com desinteresse. Quando Pedro deixou o trono parecia a todos que ia tarde demais, mas não por muito tempo. Aqueles que pediram sua saída sentiram tal desapontamento com o governo posterior que, em muitos casos, transformaram o antigo rei em herói.<br />
O que teria acontecido para que Pedro II fosse tão rapidamente redimido, à moda do que ocorrera com o soberano Sebastião, cuja morte em Alcácer- Quibir, no século XVI, os portugueses relutaram em admitir, sempre intrigou o jornalista e editor brasileiro Luís Martins (1907-1981). Nos anos 40, ele começou a pesquisar as razões desse sentimento nacional. Martins fora casado com a pintora Tarsila do Amaral, tinha sensibilidade diversa daquela do sociólogo e exercia o livre-pensar. Sem suporte acadêmico, interpretou o Brasil a seu modo. E, sem o apoio de pares influentes, a historiografia o esqueceu.</p>
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		<title>Remorso que aparece depois do ato libertador</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2008/10/03/remorso-que-aparece-depois-do-ato-libertador/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 17:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[O Estado de São Paulo
Domingo, 28 de setembro de 2008
Cultura
Lançamentos no Brasil
por Francisco Quinteiro Pires
Remorso que aparece depois do ato libertador
Os bacharéis que fundaramaRepúblicaem1889 sofreram com o remorso. Eles
se revoltaram contra a própria atuação histórica, como se estivesse reeditando um complexo de Édipo na história, era a revolta de filhos contra pais. O carioca LuísMartins(1907-1981),jornalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Estado de São Paulo</strong><br />
Domingo, 28 de setembro de 2008</p>
<p><strong>Cultura</strong></p>
<p>Lançamentos no Brasil</p>
<p>por <em>Francisco Quinteiro Pires</em></p>
<p><strong>Remorso que aparece depois do ato libertador</strong></p>
<p>Os bacharéis que fundaramaRepúblicaem1889 sofreram com o remorso. Eles<br />
se revoltaram contra a própria atuação histórica, como se estivesse reeditando um complexo de Édipo na história, era a revolta de filhos contra pais. O carioca LuísMartins(1907-1981),jornalista, poeta e crítico de arte, recorre a Freud e Gilberto Freyre para montar a análise central de O Patriarca e O Bacharel, publicado em<br />
1953. Martins retrata os homens que, após instaurarem o regime republicano, passaram a questioná-lo,defendendo até a monarquia e d. Pedro II, representante do patriarca conservador. Ele foi morto simbolicamente pelos filhos da sociedade patriarcal, que se remoem com o ato libertador.</p>
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