<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Alameda Editorial</title>
	<atom:link href="http://www.alamedaeditorial.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.alamedaeditorial.com.br</link>
	<description>Alameda Casa Editorial © 2006</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Apr 2013 18:17:10 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Resenha &#8220;Nem cidadãos, nem brasileiros&#8221;</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/04/24/resenha-nem-cidadaos-nem-brasileiros/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/04/24/resenha-nem-cidadaos-nem-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 18:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=2222</guid>
		<description><![CDATA[Os índios na história política do Império: avanços, resistências e tropeços
http://rhhj.anpuh.org/ojs/index.php/RHHJ/article/view/52
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os índios na história política do Império: avanços, resistências e tropeços</p>
<p>http://rhhj.anpuh.org/ojs/index.php/RHHJ/article/view/52</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/04/24/resenha-nem-cidadaos-nem-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dinâmica da economia do café influenciou tráfico de escravos</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/02/18/dinamica-da-economia-do-cafe-influenciou-trafico-de-escravos/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/02/18/dinamica-da-economia-do-cafe-influenciou-trafico-de-escravos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 15:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=2175</guid>
		<description><![CDATA[Sociedade - Livro "Escravos daqui, dali e de mais além" analisa décadas finais do escravismo na província de São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa desenvolvida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP investigou as negociações de cativos na província de São Paulo durante as décadas finais do escravismo brasileiro (1860, 1870 e 1880), período em que também se expandia a agricultura cafeeira. Além de variações ocorridas ao longo do tempo, foi observado o contraste entre o comércio escravo em diferentes cidades paulistas. “Isso porque em cada cidade selecionada para estudo, a cafeicultura vivia um momento diferente de seu desenvolvimento”, explica o autor do trabalho, o professor José Flavio Motta.<br />
Em sua tese de livre docência, que deu origem ao livro Escravos daqui, dali e de mais além (Alameda Editorial/FAPESP, 2012), Motta investigou o comércio de escravos daquele período em diferentes localidades da província paulista: Piracicaba, no Oeste Velho; Casa Branca, no Oeste Novo; e Areias e Guaratinguetá, ambas no Vale do Paraíba. A análise envolveu tanto as características dos negócios, como dos negociantes e, em especial, dos negociados.<br />
O estudo baseou-se em documentos cartoriais encontrados nas localidades estudadas, em especial escrituras, que tratavam de transações envolvendo escravos. “São pouco mais de 1.600 escrituras, em que foram negociados pouco menos de 4.000 escravos”, conta o pesquisador. As informações contidas nos documentos foram transcritas para um software que permite cruzar os dados de diferentes fontes.<br />
Periodização do tráfico<br />
Entre as peculiaridades da pesquisa, inclui-se uma periodização do comércio interno de cativos algo diferente das propostas tradicionais da historiografia. “ Foi possível precisar melhor a periodização do tráfico”, comenta Motta.<br />
Os anos 1870, apontados tradicionalmente como um período em que o tráfico, após certa moderação em seu ritmo no decênio anterior, voltava a crescer, foram um pouco melhor compreendidos na pesquisa. Marcados pelas discussões acerca da Lei do Ventre Livre, de setembro de 1871, os primeiros anos da década diferenciaram-se do restante. “O início dos anos 1870 é um período em que o tráfico se ressente muito das incertezas com relação à própria continuidade ou não da escravidão”, conta o pesquisador. De fato, ele explica, a grande expansão do tráfico de escravos naquela década se deu a partir de 1874.<br />
Por sua vez, foi positiva a inclusão na análise da década de 1880, a qual foi marcada por importantes mudanças no comércio interno de escravos no Brasil. “Naqueles anos, no que diz respeito às principais províncias cafeeiras, aí incluída a de São Paulo, acaba praticamente o tráfico interprovincial”, relata Motta.<br />
No começo daquele período ocorrera a fixação de elevados impostos incidentes sobre a entrada de escravos de outras províncias, tornando proibitivo o tráfico interprovincial. “À medida que São Paulo teve que se limitar ao comércio de cativos interno, precisou-se substituir os escravos que vinham de outros locais pelo mercado que havia em seu território”, ele explica. “Da mesma forma como o tráfico interno acabou substituindo o tráfico atlântico de escravos, extinto na metade do século 19, nos anos 1880, as áreas mais antigas de São Paulo substituíram as outras províncias como fornecedoras de escravos”, completa. Este foi, portanto, ao menos até meados do decênio, um período de grande dinamismo no comércio de escravos da própria região.<br />
Influências da economia cafeeira<br />
“A dinâmica do tráfico acaba variando muito de acordo com a própria dinâmica da cafeicultura nas diferentes localidades”, diz Motta. Apesar de não ocupar o papel de responsáveis exclusivos pelas distinções entre as variadas cidades da província, os avanços e recuos da lavoura cafeeira eram elementos condicionantes muito importantes para as economias desses locais.</p>
<p>Livro analisa as décadas finais do escravismo brasileiro (1860, 1870 e 1880)<br />
Nos anos 1870, período em que o tráfico interprovincial encontrava-se bastante intenso, a cidade de Areias, no Vale do Paraíba, por exemplo, era um importante ponto de chegada de escravos, em especial pela rota marítima e costeira. Com a chegada da década de 1880, quando a região valeparaibana passava a vivenciar um processo de decadência econômica, Areias tornou-se um ponto principalmente de saída de escravos, vendendo-os para regiões mais dinâmicas, como Casa Branca, que se mantinha como ponto de chegada de cativos.<br />
Na tese, foi possível fazer um levantamento da série de preços e suas oscilações que acompanham a periodização proposta por Motta. Como a lavoura passa por estágios diferenciados em cada localidade, seus impactos chegam até mesmo à qualidade da escravaria local, influenciando em preços, distribuições etária e sexual, etc. “Localidades com maior poder de compra, também compunham escravarias de melhor qualidade”, exemplifica o professor.<br />
É interessante observar que, mesmo com o fim iminente da escravidão e com a busca gradativa por nova força de trabalho, essa mão de obra continuava sendo utilizada e negociada. “Encontrei escrituras até o segundo semestre de 1887. Estava-se comprando e vendendo escravos até as vésperas, poucos meses antes do 13 de maio de 1888, [data da abolição da escravatura]”, conta Motta.<br />
O protagonismo dos escravos<br />
“Apesar de o comércio criar problemas para a manutenção das relações de família entre os escravos, em muitos casos foi possível manter essas relações”, relata o pesquisador. A partir do fim dos anos 1860, já existia, inclusive, uma legislação que proibia a separação pela venda de cônjuges e pais e filhos até certa idade. E, de fato, em muitos casos os próprios escravos, ao se esforçarem para interferir nas negociações, eram responsáveis pela manutenção de suas relações de família.<br />
Motta cita algumas situações curiosas que encontrou nas escrituras analisadas, como o caso de uma venda desfeita, pois a escrava negociada se negava a trabalhar com o novo proprietário. Outro exemplo é o de uma escrava que tentava contestar a própria venda por possuir dois nomes.<br />
“É possível identificar certo protagonismo dos escravos, que tentavam influir e moldar seu destino”, resume o professor. Estas tentativas, Motta pondera, sempre estiveram presentes. No entanto, à medida que se aproximava o fim da escravidão, o ambiente tornava-se mais favorável às demandas dos cativos.</p>
<p>http://www.usp.br/agen/?p=127700</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/02/18/dinamica-da-economia-do-cafe-influenciou-trafico-de-escravos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Etanol Patina</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/01/28/o-etanol-platina/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/01/28/o-etanol-platina/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 16:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=2149</guid>
		<description><![CDATA[Infelizmente, neste governo, o etanol deixou de ser um programa alternativo de energia com preocupações ambientalistas para se transformar em mais uma peca na engrenagem da política macroeconômica de combate a inflação. O combate à inflação passou a ser prioridade numero zero e tudo se subordina a ela. O objetivo estratégico de transformar o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente, neste governo, o etanol deixou de ser um programa alternativo de energia com preocupações ambientalistas para se transformar em mais uma peca na engrenagem da política macroeconômica de combate a inflação. O combate à inflação passou a ser prioridade numero zero e tudo se subordina a ela. O objetivo estratégico de transformar o Brasil no maior produtor mundial de energias alternativa foi para o beleleu. Os EUA, por incrível que pareça se transformou no maior produtor de energia alternativa, apesar, de extrair do milho o etanol, com custos maiores do que produzido pela cana de açúcar. Com condições mais adversas do que o Brasil, onde a produção do etanol concorre fortemente com a cadeia de alimentos, mesmo assim, persegue com mais determinação seu objetivo de diversificar sua matriz energética avançando na produção de etanol. Aqui, nestes mais de 30 anos de existência do programa do etanol não se estabeleceu um rumo e uma direção única, ocorrendo desvios e retrocessos nessa longa caminhada. A estratégia foi de zingue zague, como ocorre agora. Tudo leva a crer que o advento do pré-sal houve um deslocamento das prioridades do etanol em direção novamente ao petróleo. Com isto, mais uma vez os nobres objetivos de estabelecer nos trópicos uma nação ambientalmente correta que contribuísse efetivamente na construção de um mundo com menos emissão de gás carbono foi para o espaço.</p>
<p> No governo Lula, o preço do etanol mantinha também uma forte aderência ao preço da gasolina não deixando que as forcas de mercado atuassem livremente. Esta aderência nos preços se estabelece na medida em que se trata de bens sucedâneos, visto que, com o advento do carro flex pode se usar ou o etanol ou a gasolina. Entretanto, há que se considerar que a estrutura de custos da produção do etanol e da produção do petróleo são bastante distintas e reguladas por lógicas diferentes de mercado. Contudo, como todos se recordam, pelo ao menos Lula era um grande entusiasta do programa  se transformando  em seu caixeiro viajante vendendo o etanol como biocombustível alternativo pelo mundo afora. Agora, nem isso acontece. O etanol deixou de ser a menina dos olhos cantada em prosa e verso.<br />
Com todos esses equívocos em relação à política governamental do etanol as importações de gasolina em 2012 subiram 70% em relação ao ano anterior. O Brasil gastou US$ 2,91 bilhões somente com a importação de gasolina. No ano passado foram gastos US$ 1,6 bilhões.<br />
O país esta comprando no exterior a gasolina a US$ 123 o barril, enquanto, vende no mercado interno a US$ 98 o barril, ou seja, uma diferença de US$ 25. Ora, esses US$ 25 representam uma defasagem de US$ 0,16 por litro de gasolina, ou, R$ 0,33 em nossa moeda. Ora, segundo os cálculos feitos pela Folha de São Paulo a gasolina negociada a R$ 2,65 nos postos de combustíveis na cidade de São Paulo deveria estar sendo vendida acima de R$ 2,9. O preço do etanol, neste contexto de mercado, deveria estar sendo negociado acima de R$ 2,0 e não no preço atual de R$ 1,85.</p>
<p>Com a aderência dos preços do etanol aos preços da gasolina, fixados a ferro e fogo pelo governo, os consumidores de combustível, apesar de possuírem o carro flex, optam na hora de abastecer o seu veiculo pela gasolina. O governo subsidia o preço da gasolina não deixando que os aumentos que acontecem no mercado internacional repassem para o consumidor e pressione a inflação. Com isso, mesmo durante a safra, os preços do etanol não consegue obter a relação vantajosa de 70% em relação aos preços da gasolina. Sendo assim, a grande maioria dos consumidores brasileiros não usufrui do etanol. O governo importa gasolina e exporta o etanol. As exportações de etanol em 2012 ultrapassaram os 3 bilhões de litros. Enquanto isso, a Petrobras amarga em prejuízos contabilizados pelos subsídios outorgados ao preço da gasolina. Ninguém mais entende esse mar de contradições.</p>
<p>Fernando Safatle</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2013/01/28/o-etanol-platina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>História e historiadores</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/18/historia-e-historiadores/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/18/historia-e-historiadores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 17:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=2051</guid>
		<description><![CDATA[Julián Casanova, um dos historiadores espanhóis mais brilhantes da atualidade e professor de História Contemporânea da Universidade de Zaragoza, publicou em 1990 um livro exemplar com o titulo &#8220;História e historiadores&#8221;. Se trata de uma obra de análise e exposição de um tema tão importante como a História Social.
http://www.prensalibre.com/opinion/Historia-historiadores_0_830317019.html
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Julián Casanova, um dos historiadores espanhóis mais brilhantes da atualidade e professor de História Contemporânea da Universidade de Zaragoza, publicou em 1990 um livro exemplar com o titulo &#8220;História e historiadores&#8221;. Se trata de uma obra de análise e exposição de um tema tão importante como a História Social.</p>
<p>http://www.prensalibre.com/opinion/Historia-historiadores_0_830317019.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/18/historia-e-historiadores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro &#8220;Tietê, o rio que a cidade perdeu&#8221; é citado no New York Times</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/17/livro-tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu-e-citado-no-new-york-times/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/17/livro-tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu-e-citado-no-new-york-times/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 16:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=2049</guid>
		<description><![CDATA[Em uma matéria sobre o Rio Tietê e o Rio Pinheiros, o jornal New York Times cita o livro &#8220;Tietê, o rio que a cidade perdeu&#8221;.
Confira o link abaixo:
http://www.nytimes.com/2012/12/15/world/americas/a-diver-sifts-through-sao-paulos-polluted-rivers.html?_r=1&#038;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma matéria sobre o Rio Tietê e o Rio Pinheiros, o jornal New York Times cita o livro &#8220;Tietê, o rio que a cidade perdeu&#8221;.</p>
<p>Confira o link abaixo:</p>
<p>http://www.nytimes.com/2012/12/15/world/americas/a-diver-sifts-through-sao-paulos-polluted-rivers.html?_r=1&#038;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/12/17/livro-tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu-e-citado-no-new-york-times/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Editor da Alameda e presidente da Libre explica o que é bibliodiversidade</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/06/18/editor-da-alameda-e-presidente-da-libre-explica-o-que-e-bibliodiversidade/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/06/18/editor-da-alameda-e-presidente-da-libre-explica-o-que-e-bibliodiversidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 15:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=1803</guid>
		<description><![CDATA[Veja abaixo entrevista concedida por Haroldo Ceravolo Sereza, presidente da Libre e editor da Alameda, ao programa Livros, da Univesp.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja abaixo entrevista concedida por Haroldo Ceravolo Sereza, presidente da Libre e editor da Alameda, ao programa Livros, da Univesp.<br />
<iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/3Hrv4acN1ec" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/06/18/editor-da-alameda-e-presidente-da-libre-explica-o-que-e-bibliodiversidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A VIRADA CULTURAL 2012 TAMBÉM É LITERÁRIA COM A PARTICIPAÇÃO DE EDITORAS DA LIBRE</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/05/04/a-virada-cultural-2012-tambem-e-literaria-com-a-participacao-de-editoras-da-libre/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/05/04/a-virada-cultural-2012-tambem-e-literaria-com-a-participacao-de-editoras-da-libre/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 18:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=1769</guid>
		<description><![CDATA[A VIRADA CULTURAL TAMBÉM É LITERÁRIA!
Livros de mais de 20 importantes editoras serão vendidos com desconto de pelo menos 20% no Largo São Bento; Rafael Cortez, do CQC, lerá &#8220;Meu Pé de Laranja Lima&#8221; e o poeta Paulo Leminski será homenageado
Pelo segundo ano consecutivo os livros terão presença garantida entre as atrações que acontecerão durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A VIRADA CULTURAL TAMBÉM É LITERÁRIA!</p>
<p>Livros de mais de 20 importantes editoras serão vendidos com desconto de pelo menos 20% no Largo São Bento; Rafael Cortez, do CQC, lerá &#8220;Meu Pé de Laranja Lima&#8221; e o poeta Paulo Leminski será homenageado</strong></p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo os livros terão presença garantida entre as atrações que acontecerão durante todo final de semana na Virada Cultural (dia 5 e 6 de maio) em São Paulo.</p>
<p>O evento organizado pela Libre &#8211; Liga Brasileira de Editoras &#8211; oferece aos leitores uma grande variedade de livros e diversas atrações. O endereço é o charmoso Largo São Bento, no centro da cidade.</p>
<p>Além da presença de diversas editoras que estarão vendendo seus livros com desconto, o evento prevê ainda uma programação intensa e recheada de &#8220;delícias&#8221;.</p>
<p>O autor homenageado será Paulo Leminski, cuja obra será lembrada pela presença de sua filha, que é poeta e cantora, Estrela Leminski (ed. Iluminuras), e por outros autores convidados.</p>
<p>No &#8220;Karaokê Literário&#8221;, o leitor ganha voz ativa: pode subir ao microfone e ler para a plateia o livro que mais gostar, seja prosa ou poesia.</p>
<p>A Virada Cultural receberá ainda Rafael Cortez, repórter do programa CQC, lendo trechos do livro &#8220;Meu Pé de Laranja Lima&#8221;, de José Mauro Vasconcelas. Cortez é o &#8220;leitor&#8221; do audio-livro do romance, publicado pela editora Livro Falante.</p>
<p>Na tarde de domingo o autorLuiz Bernardo Pericáslê trechos da sua obra &#8220;Cansaço, a longa estação&#8221; publicado pela Editora Boitempo.</p>
<p>A virada literária também terá uma atividade Infantil, com a autora Lucila Mattos, autora do livro &#8220;Duda &#8211; o macaquinho travesso&#8221;, acompanhada de uma oficina de desenho coordenada pelailustradora da obra. </p>
<p>As crianças também poderão conferir o espetáculo infantil &#8220;Histórias para quem Contou&#8230; Histórias para quem vai contar&#8221;.</p>
<p>Ao final do evento, um espetáculo realizado peloNúcleo de Pesquisa Santa Viscera &#8211;  Teatro  A La Carte &#8211; fará uma homenagem ao polêmico escritor carioca Nelson Rodrigues.</p>
<p>Programação<br />
<strong>Dia 5</strong><br />
19h &#8211; Homenagem a Paulo Leminski, com Estrela Leminski (Iluminuras) e convidados<br />
21h &#8211; Karokê Literário (espaço aberto para o publico ler textos em prosa e poesias)<br />
23h &#8211; Karokê Literário (espaço aberto para o publico ler textos em prosa e poesias)<br />
<strong>Dia 6</strong><br />
01h &#8211; Leitura de trechos do livro &#8220;Meu Pé de Laranja Lima&#8221;, com Rafael Cortez (Livro Falante)<br />
03h &#8211; Karokê Literário (espaço aberto para o publico ler textos e poesias)<br />
11h &#8211; Atividade Infantil com a autora Lucila Mattos, com o livro &#8220;Duda &#8211; o macaquinho travesso&#8221;<br />
13h &#8211; Cia Teatral Lolla &#8211; Espetáculo infantil, &#8220;Histórias para quem contou&#8230; histórias para que vai contar&#8221;<br />
15h -Leitura de trechos do  livro &#8220;Cansaço, a longa estação&#8221;, com Luiz Bernardo Pericás (Boitempo)<br />
17h &#8211; Teatro a La Carte &#8211; Espetáculo em homenagem a Nelson Rodrigues.</p>
<p><strong>EDITORAS PARTICIPANTES:</strong> Livro Falante,Dubolsinho, Musa, Alameda, Quartet, Pallas, 34, Outras Letras, Fino Traço, Duna Dueto, Sá, Iluminuras, Língua Geral, Cultura, Autêntica, Odysseseus, Terceiro Nome, Contraponto, Boitempo, Parabola, Matrix, Evoluir, Panda Books e Cuca Fresca.<br />
<em><br />
Esperamos por você para conferir as atividades literárias. Afinal quem Lê se Vira.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/05/04/a-virada-cultural-2012-tambem-e-literaria-com-a-participacao-de-editoras-da-libre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alameda lança seu primeiro romance policial</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/01/30/alameda-lanca-seu-primeiro-livro-romance-policial/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/01/30/alameda-lanca-seu-primeiro-livro-romance-policial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=1696</guid>
		<description><![CDATA[A morte tudo resolve
Um testamento cerrado é aberto. Seu conteúdo: a chave para um cofre que ao qual ninguém tem acesso. A partir daí, a história de mistério ambientada em São Paulo se desenvolve. Como cenário, restaurantes, ruas, casas e prédios, velhos conhecidos dos paulistanos, dão vida à cidade e tornam-se também personagens do livro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A morte tudo resolve</strong></p>
<p>Um testamento cerrado é aberto. Seu conteúdo: a chave para um cofre que ao qual ninguém tem acesso. A partir daí, a história de mistério ambientada em São Paulo se desenvolve. Como cenário, restaurantes, ruas, casas e prédios, velhos conhecidos dos paulistanos, dão vida à cidade e tornam-se também personagens do livro. Afinal, a cada anoitecer, uma névoa de mistério e chuva transforma a cidade, tornando-a misteriosa. Um lugar em que tudo pode acontecer.</p>
<p>Garanta já o seu:<br />
<a href="http://alamedaeditorial.webstorelw.com.br/products/a-morte-tudo-resolve">http://alamedaeditorial.webstorelw.com.br/products/a-morte-tudo-resolve</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2012/01/30/alameda-lanca-seu-primeiro-livro-romance-policial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tietê, o rio que a cidade perdeu, no Jornal The Economist</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/11/07/tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/11/07/tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 17:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=1519</guid>
		<description><![CDATA[Tietê saiu no Jornal The Economist
Seguem o link e confiram!
http://www.economist.com/node/21533415
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tietê saiu no Jornal The Economist<br />
Seguem o link e confiram!</p>
<p><a href="http://www.economist.com/node/21533415">http://www.economist.com/node/21533415</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/11/07/tiete-o-rio-que-a-cidade-perdeu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil dos Espertos, Teatro e vida de Suassuna, na Agência FAPESP</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/09/05/brasil-dos-espertos-teatro-e-vida-de-suassuna-na-agencia-fapesp/</link>
		<comments>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/09/05/brasil-dos-espertos-teatro-e-vida-de-suassuna-na-agencia-fapesp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 16:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alamedaeditorial.com.br/?p=1459</guid>
		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, saiu na Agência FAPESP Teatro e vida de Suassuna, do livro &#8220;Brasil dos espertos&#8221; de autoria de Eduardo Dimitrov. Confira!
http://agencia.fapesp.br/14434
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, saiu na Agência FAPESP <strong>Teatro e vida de Suassuna</strong>, do livro &#8220;Brasil dos espertos&#8221; de autoria de Eduardo Dimitrov. Confira!</p>
<p><a href="http://agencia.fapesp.br/14434">http://agencia.fapesp.br/14434</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alamedaeditorial.com.br/2011/09/05/brasil-dos-espertos-teatro-e-vida-de-suassuna-na-agencia-fapesp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
