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	<title>Alameda Editorial</title>
	<link>http://www.alamedaeditorial.com.br</link>
	<description>Alameda Casa Editorial © 2006</description>
	<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:55:59 +0000</pubDate>
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		<title>A exuberância da barbárie</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:55:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Revista Pesquisa FAPESP
Natureza e cultura no Brasil (1870-1922)
Luciana Murari
Alameda Editorial, 474 páginas R$ 50,00
Edição Impressa 168 - Fevereiro 2010
A exuberância da barbárie
Estudo recupera pensamentos sobre a natureza brasileira

Fernando Amed
As discussões mais ou menos recentes acerca da teoria da história, especialmente em sua vertente anglo- -americana, têm nos acostumado a um certo estado de impasse, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Pesquisa FAPESP</strong></p>
<p><strong>Natureza e cultura no Brasil (1870-1922)</strong></p>
<p><em>Luciana Murari</em></p>
<p>Alameda Editorial, 474 páginas R$ 50,00</p>
<p>Edição Impressa 168 - Fevereiro 2010</p>
<p><strong>A exuberância da barbárie</strong></p>
<p>Estudo recupera pensamentos sobre a natureza brasileira<br />
<em><br />
Fernando Amed</em></p>
<p>As discussões mais ou menos recentes acerca da teoria da história, especialmente em sua vertente anglo- -americana, têm nos acostumado a um certo estado de impasse, como se não fosse mais possível conceber produtos de pesquisas que venham a nos mobilizar no exame de supostas evidências, dos preconceitos que se estabelecem no entorno de determinados conceitos e, enfim, no encetamento das suspeitas acerca das linearidades que vêm a compor a historiografia e a literatura.<br />
A esse respeito, o livro <em>Natureza e cultura no Brasil (1870-1922)</em>, de Luciana Murari, traz contribuições para que percebamos os riscos da aderência irrefletida às últimas vagas de pensamento num mundo que se deseja globalizado. Tendo como suporte uma rica oferta de fontes, que variam “da prosa de ficção e não ficção, a crítica literária, a historiografia e o ensaísmo político e social”, a pesquisadora terminou por nuançar a utensilagem mental do campo intelectual brasileiro quando remetido às diferentes concepções acerca da natureza.</p>
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		<title>Segredo indígena</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[PublishNews
Notícias
Segredo indígena
Historiador entrega em livro algumas das principais chaves de compreensão do universo indígena mesoamericano
Lançamentos
25/02/2010 - Redação
O livro do historiador Eduardo Natalino dos Santos, Tempo, espaço e passado na Mesoamérica (Alameda, 432 pp., R$ 55), é um ponto de referência para todos os leitores que se interessam pela América indígena. Sua reflexão é a partida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PublishNews</strong></p>
<p>Notícias</p>
<p><strong>Segredo indígena</strong></p>
<p><em>Historiador entrega em livro algumas das principais chaves de compreensão do universo indígena mesoamericano</em></p>
<p>Lançamentos</p>
<p>25/02/2010 - Redação</p>
<p>O livro do historiador Eduardo Natalino dos Santos, <em>Tempo, espaço e passado na Mesoamérica </em>(Alameda, 432 pp., R$ 55), é um ponto de referência para todos os leitores que se interessam pela América indígena. Sua reflexão é a partida para os brasileiros com relação à análise dos códices pictoglíficos de origem nahua. Os códices não eram lidos da maneira como nós, usualmente, lemos um livro em alfabeto latino. Eles eram exibidos publicamente por especialistas que, de acordo com a ocasião, recitavam os relatos, cantos, preces e outros textos da tradição oral, vinculados à informação visual contida nos manuscritos. No livro, o autor entrega ao leitor algumas das principais chaves de compreensão do universo indígena mesoamericano – o calendário, a cosmografia e a cosmogonia indígena.</p>
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		<title>Livro revela pontos comuns das crises capitalistas</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 16:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[CULT- ONLINE
por Eduardo Fonseca
Para o professor do Departamento de História da USP, Osvaldo Coggiola, nada melhor do que estudar as grandes crises capitalistas do passado para entender o que acontece no mundo presente. Em seu livro, As Grandes Depressões: 1873-1896 e 1929-1939 (Ed. Alameda), ele analisa as crises como tendo &#8220;fases sucessivas&#8221; comuns. Para ele, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CULT- ONLINE</strong></p>
<p>por <em>Eduardo Fonseca</em></p>
<p>Para o professor do Departamento de História da USP, Osvaldo Coggiola, nada melhor do que estudar as grandes crises capitalistas do passado para entender o que acontece no mundo presente. Em seu livro, As Grandes Depressões: 1873-1896 e 1929-1939 (Ed. Alameda), ele analisa as crises como tendo &#8220;fases sucessivas&#8221; comuns. Para ele, mesmo que o mundo tenha mudado, alguns pontos estruturais não se alteraram. Assim, recorrendo a uma leitura marxista, o professor identifica as crises capitalistas não como algo isolado, referente ora ao capital especulativo, ora à superprodução ou ainda à falta de regulamentação do setor financeiro, mas originárias do conflito de interesses existentes entre diversas instâncias. Dentro desse viés, o crédito é visto como um acelerador dessas contradições que, mais cedo ou mais tarde, levam o sistema a uma erupção.
</p>
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		<title>A revista Outubro discute a crise que ultrapassou fronteiras</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 16:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Boletim Mineiro
Ao contrário do que foi anunciado pelas principais autoridades governamentais em setembro de 2008, a crise do processo de financeirização do capital iniciada nos Estados Unidos alcançou a economia brasileira com uma força verdadeiramente avassaladora.
A revista Outubro n°18 mostra vários pontos de vista em respeito à crise que se tornou um verdadeiro tsunami capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Boletim Mineiro</strong></p>
<p>Ao contrário do que foi anunciado pelas principais autoridades governamentais em setembro de 2008, a crise do processo de financeirização do capital iniciada nos Estados Unidos alcançou a economia brasileira com uma força verdadeiramente avassaladora.</p>
<p>A revista Outubro n°18 mostra vários pontos de vista em respeito à crise que se tornou um verdadeiro tsunami capaz de destruir os empregos, ameaçar a popularidade presidencial e inaugurar uma nova etapa de lutas sociais.</p>
<p>Nesta edição o artigo de John Bellamy Foster discute a noção de crise de financeirização do capital; em “Crise atual: uma perspectiva socialista” Leo Panitch e Sam Gindin, descreve minuciosamente o colapso nos Estados Unidos e sua importância para a renovação da estratégia socialista internacional.</p>
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		<title>Autor da Alameda Eduardo Natalino aparece no Fantástico</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 15:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Autor da Alameda Eduardo Natalino aparece no Fantástico e fala sobre as teorias do Fim do Mundo
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1023119-15605,00.html   
&#8220;Eduardo Natalino dos Santos é professor de História da Universidade de São Paulo e estuda a cultura maia há 11 anos. Ele analisou as teorias que estão na internet.
&#8220;Se você me perguntasse se isso corresponde ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor da Alameda Eduardo Natalino aparece no Fantástico e fala sobre as teorias do Fim do Mundo</strong></p>
<p>http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1023119-15605,00.html   </p>
<p>&#8220;Eduardo Natalino dos Santos é professor de História da Universidade de São Paulo e estuda a cultura maia há 11 anos. Ele analisou as teorias que estão na internet.</p>
<p>&#8220;Se você me perguntasse se isso corresponde ao que os Maias escreveram ou disseram eu diria que não, na verdade. Porque se trata de uma junção de elementos isolados que você pega para criar uma outra coisa e atribuir aos maias, na verdade. Não há, em última instância, uma profecia maia, que diz que o mundo começou aqui e vai terminar aqui &#8220;, explicou Natalino.&#8221;</p>
<p>Acaba de chegar pela Editora Alameda o livro “Tempo, espaço e passado na mesoamérica” do Professor Eduardo Natalino dos Santos.</p>
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		<title>Livro analisa legado do Rex, coletivo de Wesley Duke Lee</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 15:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Folha de São Paulo
DA REPORTAGEM LOCAL 
Três anos depois de fotografar a São Paulo de &#8220;Paranoia&#8221;, Wesley Duke Lee foi o estopim de uma onda de choque na arte do país. Juntou um bando de artistas e fundou o Rex.
Nelson Leirner, Geraldo de Barros, Carlos Fajardo e José Resende estavam no grupo que nasceu anunciando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha de São Paulo</strong></p>
<p>DA <em>REPORTAGEM LOCAL</em> </p>
<p>Três anos depois de fotografar a São Paulo de &#8220;Paranoia&#8221;, Wesley Duke Lee foi o estopim de uma onda de choque na arte do país. Juntou um bando de artistas e fundou o Rex.<br />
Nelson Leirner, Geraldo de Barros, Carlos Fajardo e José Resende estavam no grupo que nasceu anunciando uma guerra. Era o combate às convenções, ao engessamento da arte brasileira no movimento concreto, às respostas - ranço dadaísta traduzido nos trópicos.<br />
&#8220;Foi muito mais uma atitude do que produção plástica&#8221;, resume Fernanda Lopes, que lança &#8220;A Experiência Rex&#8221;, primeiro livro no país a investigar o legado do grupo que se fez e se desfez em menos de um ano.<br />
&#8220;Era outra possibilidade, de olhar para o lado, não ficar preso a uma produção concreta.&#8221; Em termos concretos, o Rex não passou de cinco edições do jornal &#8220;Rex Time&#8221; e as estripulias na Rex Gallery &#038; Sons, espaço que abriram no Itaim Bibi.<br />
No plano histórico, as questões levantadas pelo Rex não foram respondidas até hoje. Tiveram fôlego curto, como os dadaístas, mas provocaram abalos permanentes. &#8220;Foi o início de uma discussão central para a arte contemporânea&#8221;, diz Lopes. &#8220;Nenhum artista hoje vive sem isso na cabeça, sem pensar no próprio sistema.&#8221; </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O governo dos povos no Boletim mineiro</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Boletim mineiro de História
organizado pelo professor Ricardo de Moura Faria
VALE A PENA LER
O governo dos povos
Relações de poder no mundo ibérico da Época Moderna
O Governo dos povos foi primeiro um colóquio realizado na cidade de Parati - RJ em 2005, com acaloradas e importantes discussões acadêmicas. Há alguns anos, a historiografia brasileira vem revendo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boletim mineiro de História</p>
<p>organizado pelo professor Ricardo de Moura Faria</p>
<p><strong>VALE A PENA LER</strong></p>
<p><strong>O governo dos povos</strong></p>
<p><em>Relações de poder no mundo ibérico da Época Moderna</em></p>
<p>O Governo dos povos foi primeiro um colóquio realizado na cidade de Parati - RJ em 2005, com acaloradas e importantes discussões acadêmicas. Há alguns anos, a historiografia brasileira vem revendo e valorizando nosso passado colonial – enquanto alguns historiadores priorizam as dimensões administrativas e políticas, outros revelam a importância cultural e religiosa do período.<br />
As análises de O Governo dos povos desprovincializam a história brasileira, colocando-a num contexto mais amplo e relacionando-a com as diferentes partes do império português, como a África ou a Índia. As diferentes tendências que integram o debate historiográfico brasileiro e português estão lado a lado neste livro, organizado por algumas das maiores historiadoras brasileiras, Laura de Mello e Souza, Junia Ferreira Furtado e Maria Fernanda Bicalho.<br />
As múltiplas visões sobre o nosso passado colonial se apresentaram de forma candente e apaixonada, trazendo à tona um dos mais ricos debates historiográficos dos últimos tempos. Ainda que estas múltiplas visões sejam contempladas neste livro, um conceito-chave se sobrepõe aos demais: a ideia de império. Ideia esta resgatada dos estudos do historiador inglês Charles Boxer (1904-2000). Boxer via no mundo português da época moderna um todo, um império que espalhava missionários, inquisidores, comerciantes e funcionários por instituições pensadas e colocadas em funcionamento pela Coroa em Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feios, sujos e malvados</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Agência FAPESP
Livro de professor da Unifesp analisa práticas da medicina em São Paulo na primeira metade do século 20 e destaca como as ideias biodeterministas perseguiram pessoas com comportamento considerado antissocial 
Feios, sujos e malvados
Por Alex Sander Alcântara
Agência FAPESP – O determinismo biológico que norteou práticas da medicina e da criminologia na primeira metade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agência FAPESP</p>
<p>Livro de professor da Unifesp analisa práticas da medicina em São Paulo na primeira metade do século 20 e destaca como as ideias biodeterministas perseguiram pessoas com comportamento considerado antissocial </p>
<p><strong>Feios, sujos e malvados</strong></p>
<p>Por <em>Alex Sander Alcântara</em></p>
<p>Agência FAPESP – O determinismo biológico que norteou práticas da medicina e da criminologia na primeira metade do século 20 não é um acontecimento isolado no tempo. A conclusão está no livro Feios, sujos e malvados sob medida – A utopia médica do biodeterminismo, que acaba de ser lançado e põe em discussão a ideia de que a história dos determinismos biológicos é muito mais ampla e difusa no tempo e no espaço.<br />
A publicação – focada na São Paulo da década de 1920 até 1945 – analisa os problemas sociais dos “feios, sujos e malvados”, ou seja, indivíduos com comportamentos considerados antissociais – os grupos mais visados eram criminosos, homossexuais, doentes mentais e mesmo operários e crianças.<br />
De acordo com o autor do livro, Luis Ferla, professor de história contemporânea na Universidade Federal Paulista (Unifesp) em Guarulhos, a utopia médica do biodeterminismo defendia que, para melhor defesa da sociedade, os médicos deviam se lançar ao “grande projeto do conhecimento humano”. Ou, mais especificamente, ao “corpo do delinquente”, cujas particularidades “poderiam ajudar a explicar as disfunções e desequilíbrios da sociedade”.<br />
“Ao médico cabia a tarefa de identificar corpos perigosos, para prevenir o crime antes que acontecesse. Ou seja, conhecer o criminoso antes que ele entrasse em ação. É isso que define o determinismo biológico, ou seja, a explicação da personalidade e de comportamentos a partir do corpo humano, desvalorizando condicionamentos sociais”, disse Ferla à Agência FAPESP.<br />
O livro é resultado de pesquisa de doutorado e contou com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Publicações. Segundo o autor, o período estudado é o mais sintomático em relação às práticas biodeterministas. Após a 2ª Guerra Mundial, teria havido um recuo significativo dessas práticas por conta dos traumas associados à aplicação radical no regime nazista.<br />
“Mas, desde as últimas décadas do século 20, e entrando no século 21, houve uma revivência, de forma diferente, desses ideais. O desenvolvimento extraordinário da ciência genética a partir dos anos de 1970, por exemplo, tem possibilitado uma sobrevalorização dos aspectos biológicos”, salientou Ferla.</p>
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		<item>
		<title>Arte no Brasil no Boletim Mineiro</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2009/12/16/arte-no-brasil-no-boletim-mineiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Livro: Arte no Brasil 1950-2000 – Movimentos e Meios
Autora: Cacilda Teixeira da Costa
Edição: Alameda Casa Editorial Ltda.
Preço: R$ 29,00 (100 pgs.) – 3ª Edição
Um manual para entender a arte contemporânea brasileira
Videoarte, instalação, performance e happening ainda perturbam os espectadores de arte contemporânea. Fundamentais para se entender os conceitos que nortearam o rumo dos artistas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livro: Arte no Brasil 1950-2000 – Movimentos e Meios<br />
Autora: Cacilda Teixeira da Costa<br />
Edição: Alameda Casa Editorial Ltda.<br />
Preço: R$ 29,00 (100 pgs.) – 3ª Edição<br />
Um manual para entender a arte contemporânea brasileira</p>
<p>Videoarte, instalação, performance e happening ainda perturbam os espectadores de arte contemporânea. Fundamentais para se entender os conceitos que nortearam o rumo dos artistas do último século, especialmente no Brasil, esses meios e suportes são agora decifrados em verbetes claros e objetivos pela pesquisadora Cacilda Teixeira da Costa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Lições de Direito de Família no Indicador Jurídico</title>
		<link>http://www.alamedaeditorial.com.br/2009/12/16/licoes-de-direito-de-familia-no-indicador-juridico/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alameda</dc:creator>
		
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[Lições de Direito de Família
Nelson Sussumu Shikicima
Alameda Editorial
2ª edição, 2009
Neste volume, o autor aborda com objetividade o Direito de família no Brasil atual. A obra trata desde a evolução histórica da família às leis que regem a tutela e guarda dos filhos num divórcio e à adoção de crianças, evidenciando os problemas de uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lições de Direito de Família<br />
Nelson Sussumu Shikicima<br />
Alameda Editorial<br />
2ª edição, 2009<br />
Neste volume, o autor aborda com objetividade o Direito de família no Brasil atual. A obra trata desde a evolução histórica da família às leis que regem a tutela e guarda dos filhos num divórcio e à adoção de crianças, evidenciando os problemas de uma das áreas mais sensíveis da jurisprudência. </p>
<p>http://www.indicadorjuridico.com.br/</p>
]]></content:encoded>
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