O Abrigo do Tempo

O Abrigo do Tempo
Henri Arraes Gervaiseau

Livro: O Abrigo do Tempo
Autor: Henri Arraes Gervaiseau
Edição: Alameda (11 3012-2400)
Preço: R$ 65,00 (p. 442 págs.)
ISBN: 978-85-7939-164-4
Formato: 16 x 23 Brochura – 0,615 kg


Compre online na loja Alameda Editorial


O Abrigo do Tempo é um belíssimo ensaio sobre a história do cinema e mais uma obra de destaque no campo dos estudos de cinema oferecida ao publico brasileiro pela Editora Alameda.

Para o critico e professor da USP, Ismail Xavier, autor do prefácio de O Abrigo do tempo, o livro “compõe um diálogo entre obras fundamentais na história do cinema e do vídeo, conciliando um percurso que atravessa o século XX, dos Irmãos Lumière a Jean-Luc Godard, com uma notável unidade no estudo do documentário como experiência do tempo em suas múltiplas formas”. Ismail Xavier ressalta: “De Lumière a Godard, o campo é vasto, mas ganha força aqui um diálogo entre filmes analisados com rigor na sua tonalidade e estrutura, uma contribuição original à sua fortuna crítica que os articula de forma musical, como seus motivos, temas e variações.”

André Parente, cineasta e professor da UFRJ, na orelha do livro afirma que: “Assim como para Henri Langlois, Jean-Luc Godard e Alain Badiou, para Henri Arraes Gervaiseau, o cinema desempenha um papel essencial para o aprendizado da vida dos homens. Neste livro, a noção de cinema documentário é central: o documentário não é o relato de um acontecimento externo, mas o próprio acontecimento, a aproximação deste acontecimento, o lugar onde este é chamado a produzir-se, e por cujo movimento o cinema pode esperar realizar-se plenamente como cinema ainda por vir”. E André Parente sublinha: “O movimento e a geometria do livro são de uma beleza ímpar, e nos permitem seguir pensando o poder de transformação que a noção de cinema documentário tem sobre a imagem da história mesma do cinema, como se esta imagem não pudesse se fixar definitivamente.”

Sobre o autor: Henri Arraes Gervaiseau é professor da ECA-USP e cineasta, diretor de documentários premiados no Brasil e no exterior, entre os quais se destacam Tem que ser baiano? (1994), Em trânsito (2007) e Entretempos (2012). Publicou nos últimos anos, em revistas brasileiras e estrangeiras, artigos sobre diversos dos filmes evocados neste livro.

COMENTÁRIOS