Vai pra Cuba! ... E eu fui!, de Tin Urbinatti
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Vai pra Cuba! ... E eu fui!, de Tin Urbinatti
Pode-se fazer restrições a Cuba, mas a solidariedade a ela é indiscutível. Esse é o significado histórico da Revolução Cubana e de sua durabilidade.
Cuba representou, além de um farol político e econômico, um farol cultural, valorizando a cultura e os símbolos latino-americanos. A experiência de Tin com um artista cubano, recriando juntos uma peça teatral de Plínio Marcos, expressa essa integração: não uma apresentação isolada, mas uma obra nascida da colaboração entre dois povos. O livro Vai pra Cuba - e eu fui! retrata essa vivência profunda, que ultrapassa slogans e denúncias do bloqueio, mostrando o pertencimento político entre experiências socialistas e revolucionárias.
Os brasileiros sempre compartilharam com Cuba laços políticos, culturais e diplomáticos. Neste caso, a cooperação gerou algo inédito: uma obra que materializa a interação. O livro tem grande valor para as novas gerações, marcadas pelo preconceito e pela desinformação, pois revela o verdadeiro sentido de Cuba – referência his
tórica, romântica e de resistência, liderada por Fidel, Che, Raul e Camilo – e sua importância na construção de uma política de integração latino-americana.
— José Genoíno
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Obrigado, Tin. Foi uma experiência maravilhosa — um trabalho intenso, sem descanso, um exercício de coragem, de confiança, de crenças. Saber que eu estava diante de um ator, diretor, professor, guia… acima de tudo, um grande ser humano.
René de la Cruz, ator cubano
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O bloqueio a Cuba representa uma das mais longas e cruéis formas de opressão econômica já impostas a um país. Apesar de todas as tentativas de subjugação, o povo cubano mostrou resiliência ímpar, luta em defesa de sua soberania e continua a construir uma sociedade baseada em princípios de justiça social. Chegou a hora de pôr fim a essa política injusta.
José Reinaldo Carvalho, jornalista brasileiro
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A cultura cubana tem um forte componente rebelde, pois ela e seus melhores expoentes estiveram ao lado do povo na batalha histórica pela independência, autodeterminação e soberania nacional.
Benigno Pérez, Cônsul-Geral de Cuba no Brasil
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Engana-se quem pensa que é um livro sobre Cuba. É um livro sobre o Brasil a partir de Cuba. A obra de Tin nos convoca a reafirmar um princípio simples: a democracia só floresce quando o povo de um país tem o direito e as condições de tomar suas próprias decisões.
Luiza Erundina de Sousa
Sobre o Autor:
Tin Urbinatti é ator, autor, sociólogo, diretor e professor de teatro. Ex-funcionário do Banco do Brasil, nasceu em Catanduva (SP). Cursou arte dramática com Eugenio Kusnet na União Cultural Brasil Rússia e na FAAP. Foi fundador e diretor do Grupo de Teatro da Ciências Sociais da USP e fundou e dirigiu o Grupo de Teatro Forja com os operários no Sindicato dos Metalúrgficos de São Bernardo do Campo. É autor de Teatro sob fogo cruzado e de Peões em cena.
Sumário
Apresentação 7
Luiza Erundina de Sousa
Antecedentes de junho 2013 11
Junho de 2013 13
Preparativos da viagem – Monólogo 27
Não foi a primeira vez 31
Trechos discurso do Fidel noencerramento do IV Congresso 47
Diário de montagem — Dois Perdidos 57
TV Intermédios: a entrevista 95
Estreia: 23 de julho de 2015 101
Golpe e destituição e destituição de Dilma Rousseff 2016 121
Trecho da peça À Prova de fogo ou A invasão dos bárbaros 125
Apresentação de Depois de tudo em Cumanayagua 131
Cuba: uma democracia popular autêntica 135
Anita Leocádia Prestes – Trechos de artigo publicado originalmente no Blog de Boitempo
A Cultura Cubana 141
Por Benigno Pérez Fernández (Cônsul-Geral de Cuba no Brasil)
O bloqueio a Cuba é um ato de guerra do imperialismo estaduniense 149
Por José Reinaldo Carvalho
2023 – Dez Anos após Manifestações 2013 163
Cuba: Um patrimônio da humanidade 169
Depoimento de José Genoíno (Ex-deputado federal, constituinte e ministro)
“Dos perdidos, em Dois encontrados” 175
Rene dela Cruz
Depois de tudo 177
Agradecimentos 189












