Arquiteturas Políticas - projeto, trabalho e habitação popular em São Paulo, de José Henrique Bortoluci

Arquiteturas Políticas - projeto, trabalho e habitação popular em São Paulo, de José Henrique Bortoluci

Marca: Alameda Modelo: 2023 Referência: 978-65-5966-138-1

  • Medida: Altura: 02cm, Largura: 14cm, Comprimento: 21cm
  • Páginas: 338
  • Peso: 448 gramas

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Arquiteturas Políticas - projeto, trabalho e habitação popular em São Paulo, de José Henrique Bortoluci

Como o ambiente construído se torna político? E de que maneira a habitação popular, como problema de desenho, construção e ocupação do espaço, participa da constituição dessa coletividade política e social denominada “povo”? Este livro mobiliza contribuições da sociologia da cultura, história da arquitetura, antropologia semiótica e estudos urbanos críticos para encaminhamentos analíticos sobre essas questões a partir da análise da política da produção da habitação popular em São Paulo ao longo da segunda metade do século XX.

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Entre as décadas de 1950 e 1990, São Paulo cresceu de maneira vertiginosa, com uma notável expansão de suas regiões periféricas. Essa radical transformação da cidade apresentou uma série de dilemas para arquitetos e urbanistas: como profissionais de arquitetura poderiam estabelecer conexões com a maioria da população, frequentemente carente de condições básicas de vida, incluindo moradia e infraestrutura urbana? Como a prática de arquitetura poderia manter uma atitude crítica em relação à realidade num contexto de escassez de recursos econômicos e técnicos? 

Este livro mostra como arquitetos progressistas e diversos outros atores envolvidos na produção do ambiente construído formularam dois programas principais para a moradia de baixa renda durante aquelas décadas em São Paulo: um primeiro centrado na busca pela racionalização e industrialização da construção civil e focado em atacar o déficit habitacional, e um segundo programa, formulado após o final dos anos 70, centrado na participação dos futuros moradores nas práticas de projeto e construção. Cada um desses programas dependeu e ajudou a produzir certas “imagens do povo”: um “povo ainda por vir” ou um “povo em movimento”, que o arquiteto ajudaria a constituir por meio da constituição do espaço construído urbano.

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Sobre o Autor: José Henrique Bortoluci é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), doutor em sociologia pela Universidade de Michigan (bolsista Capes-Fulbright), mestre em história social e bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo.

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SUMÁRIO
1. Introdução, 11
São Paulo, cidade e povo em construção

2. Entre sentidos e coisas, 23
Uma teoria política do ambiente construído

3. O desenho e a política, 71
O campo da arquitetura em São Paulo (1950 – 1970)

4. O brutalismo e o povo, 109
Articulações espaciais de um repertório político de esquerda

5. Políticas do concreto, 147
Uma biografia da Cecap Guarulhos

6. Canteiro de obras, trabalho e  a articulação de um novo programa (1970–1980), 195

7. Quando arquitetos e movimentos sociais se encontram (1980-1990), 245

8. Considerações finais, 291

Bibliografia, 297

 

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